A data indefinida.
O assunto o amar.
O amar a quem?
Procurar a quem?
Solidão profunda a fundo na mente.
Amarga palavra, vida amarga.
As sombras descem.
Poeira levanta.
Tudo gira, tudo sonha.
A vida não mais importa.
A morte pouca importância.
Só e louco a caminhar sobre estranhas partes de um mundo,
estranhas partes de um ser,
tudo devagar.
Um basta pra começar.
Um sonho a bater asas.
Palavras a bater asas.
Paginas falando sem parar,
chorando sem falar.
Rindo-se ao espelho,
por não mais ter ninguém.
Por não ser mais ninguém.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Será!!!!!!!!!
Caramba! Tem momentos que o cansaço pega a gente, dando um nó no corpo e na mente, surge então a vontade de desistir, voce batalha, batalha e batalha e os resultados são minimos, pequenos, miúdos mesmo! Mas sei que não é este o caminho ... sei que tem luta, muita luta pela frente e não pretendo desistir, esta palavra seria a maior loucura em fazer. Não pense que são somente por questões monetárias que a desistência esta fora de ordem, é mais, muito mais ... mais um vontade de confrontar todos os que com seu pessímismo pequeno, não conseguem enxergar que o risco de uma nova atitude é uma forma de reviver, de poder não reverter mas de certa forma recriar muitas coisas em nossa volta, será que temos sempre que seguir os padrões convencionais?
Será que que temos sempre que agirmos como clones ou robos? Será que nunca poderemos desligar o fio da tomada? Será que os olhos atentos em seus movimentos não pideram nunca pelo menos piscar? Será que realmente os passos que deixamos na areia são apagados pelas ondas? Será que o porco vai pagar o pato?
domingo, 15 de agosto de 2010

Selo recebido
Recebi esse selo da Lais Marinho (http://eusoufelizecanto.blogspot.com/), alias não percam a oportunidade ver o seu blog e agradeço-a pela atenção de me congratular com esse mimo.
Também indico aqui alguns blogs bem legais que merecem receber esse selo:
http://cotidianodoremi.blogspot.com/
http://karinemelo.blogspot.com/
http://palavrearintenso.blogspot.com/?zx=e2f809073fc4e570
http://nancicerqueira.blogspot.com/
http://coisasdeandreza.blogspot.com/
http://isaperides.blogspot.com/
REGRAS:
Ao aceitar receber este selo, os indicados devem cumprir quatro procedimentos básicos:
1º Colocar a imagem do selo no seu blog;
2º Indicar o link do Blog que o indicou;
3º Indicar outros blogs para receberem o selo;
4º Comentar nos blogs dos seus indicados sobre este selo.
Recebi esse selo da Lais Marinho (http://eusoufelizecanto.blogspot.com/), alias não percam a oportunidade ver o seu blog e agradeço-a pela atenção de me congratular com esse mimo.
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4º Comentar nos blogs dos seus indicados sobre este selo.
Lá, valeu!
quinta-feira, 15 de julho de 2010
sábado, 6 de junho de 2009
Mon ... entos!
Podia agora, neste momento falar da vida, da nossa existência, de nossa vivência .... nooooooooooooooooooossaa! Que pensamento mais distante,mais longe, quero mais é falar da vida, sim da vida que vivemos neste nosso dia a dia, idas e vindas de um mesmo ponto ... um sonho ... um encanto momentâneo, um romance, um lance ... ficar, simplesmente ficar, que graça há, que graça existe em ter um mero encontro corporal, apenas um momento sexual ... de fato bom, muito bom! mas pensemos que pode existir uma forma diferente de relacionar, de relacionar-se com um outro ser, um outro existir ... sentir que a vida flui, que a vida se transmuta, que a vida se reproduz ... em vida ... em vida ... na vida que vivemos no dia a dia de nossa vida .... infinita ... maldita .... vida! Hoje pensei na minha vida, tentei lembrar o mais distante que pude,mas mesmo assim pouco consegui, apenas pequenos pedaços, pequenos restos, fragmentos ... desde sempre fragmentos, os versos, as rimas, as palavras, apenas fragmentos ... tormentos ... sentimentos ... momentos!
terça-feira, 5 de maio de 2009
Seria ...
... certo, se não fosse a vida um poço de erros, um amontoado de falhas humanas a cutucar nossas cabeças, a aprisionar nossas almas!
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Pensamento
A substância pensamento é um algo que pode por vezes alcançar uma densidade de enormes tamanhos, mas ... em sua essência não pode ser aprisionada pelo movimento das mãos ... livre, este é o momento que exprime a liberdade dos seres ... saberes que fundem dizeres em órbitas de afazeres diários, um incógnita desarmando as maldades que fingem ser realidade ... pedra de idade lascada, cascada como uma laranja de gomos, poros de um Adão soberano ... erva não daninha fluindo como vida, como a vida de uma Eva benvinda ... menina que meus olhos refletem, remetem as loucuras de meu eu ao doce reino de nenhum deus ... plebeus ajoelhados diante de um rei encarnado pelas leis que encarceram os sentimentos, dilacerando vários elementos ... volto a pensar um pensamento denso de essência, senso que me faz vento a dançar sobre os teus mandamentos ... decência que faz o barco tornar água, emborcar ao livre canto da maré ... ponhamo-nos de pé, assim como fez o ancestral longínquo e comecemos a construir um novo social, um local onde tenhamos a nossa visão limpa e os poderes sejam postos na latrina ... dê a descarga para com a água lavar a face da terra, para que esta mesma água lave os pedestais da estátua de mármore ... árvore que nasce tendo como semente os germes da rebeldia ... dia de brilho da raça humana, que soberana plana em voo sereno e pleno, na essência, na liberdade e nos pensamentos.
quinta-feira, 26 de março de 2009
sem título
Um olhar,
Um amar.
Um sentimento distante a invadir uma alma errante,
um vácuo constante expandindo os limites do inconstante ...
inconsciente torna-se a mente,
os entes são tolos sobreviventes.
Extintos espíritos sobrevoam vales de lixo,
expertos abutres a fresca carne de nossa juventude,
talvez Deus nos ajude,
quem sabe meus temores sejam virtudes.
Um amar.
Um sentimento distante a invadir uma alma errante,
um vácuo constante expandindo os limites do inconstante ...
inconsciente torna-se a mente,
os entes são tolos sobreviventes.
Extintos espíritos sobrevoam vales de lixo,
expertos abutres a fresca carne de nossa juventude,
talvez Deus nos ajude,
quem sabe meus temores sejam virtudes.
Figura.
O silêncio ecoa pelos muros de cimento trazendo à tona as lembranças do esquecimento, do sofrimento imposto aos tantos seres submissos, aos tantos fregueses do carrasco ... asco, casco de cavalgaduras, armaduras de um guerreiro que enfrentando os monstros de lata tem nas mãos apenas o seu coração ... uma canção lembrando-me a tua visão, não sei qual a música só me contento diante tua figura.
s.d.
Robinsons
Somos os Robinsons presos na modernidade dos nossos dias, nas ilhas privadas das residências cercadas por muros, grades e imensa individualidade.
Naufragamos em um mar de ambiguidades, um certo ar de fragilidade que desvanece os sentimentos de liberdade, que enfraquece a comum verdade, entorpece a mente refletindo parâmetros das classes hábeis ... faces maleavéis a incorporarem máscaras e pinturas laváveis ... se desfazem os sonhos na labuta tributada, na impura lealdade dos homens, na escura tonalidade das vestes magistrais ... papais ... patriarcais.
Mas pensando com maior clareza, temos mais a putrefa silhueta do servo de todas as feiras, que salvos da morte eminente curvam-se aos pés dos senhores sem ventre, incorporando mandamentos ausentes, intensificando a mais valiosa riqueza, mas perdendo-se na mais intensa pobreza ... a realeza sorri diante a nossa ingénua e dócil presença, frente a nossa sempre pronta presteza ... pois perpetuamos os poderes de nossos amos em troca de um bocado de pão e pano, um trocado mal dado que mal consegue alimentar e vestir os corpos aprisionados.
Por fim, nos vejo mais como escravos enclausurados em um novo espetáculo ... espaços não tomados, seres dilacerados a buscar partes de si mesmos na praticidade de uma cidade, urbanidade cerceada da vida, humanidade escondida em uma pilha de gente sem dente, que numa trilha infinita busca os remédios que lhes apaguem as feridas, que lhes confortem o ser, que lhes satisfaçam o querer.
Mal sabemos a direção do sol poente, um nascente ente; que se apresente a rebeldia perdida, pois esta é a única forma de entornarmos o carro dos tempos em favor de nossos sentimentos, em favor dos que de fome estão morrendo ... pavor dos reis e seus segmentos ... tambor marcando um compasso lento ... vento soprando em um sentido contrário ... anti-horário momento remetendo-nos a desconstrução das ilhas e a formação de vertentes paradisiácas ... não bíblicas ... não tisicas ... não míticas.
Basta desta sonolência secular, destas castas regulares ... falta de verdades, que dominam nossos filhos, que perpetuam sacrifícios, ofícios e princípios geradores de principicios, fomentadores de genocídios ... suicidios íntimos nos íntimos pensamentos ... libertem-se seres ausentes, plásticos viventes.
s.d.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Instante
Dedilho as teclas da vida como se fossem flores de uma manha envelhecida. Imagino árvores de pedra e pessoas de alma faminta.
Ouço as trombetas do apocalipse ... a psique ensina contorno de várias trilhas. O pré estabelecido entorna o leite de nossos filhos, levando-nos ao desespero, tentando-nos com o livre fim de um ser eterno.
Possuímo-nos de rezas, das orações sem fim. Adoramos um deus sem rosto, que com a simples onipotência de seu esboço controla tudo e a todos. Tolos seres sem pensamento, entreguem suas cabeças como se fossem ovelhas.
Centelhas faiscam meus elementos, sento-me diante um altar tentando imaginar o que por detrás ... por detrás dos sacramentos divinos, por detrás de palavras antigas que tomam forma nos sonhos de vários mortais.
Por outro instante me vejo diante uma fila de banco. Preparo-me para sacar uns poucos réis que os reis inventaram para as massas subjugar.
Ouço as trombetas do apocalipse ... a psique ensina contorno de várias trilhas. O pré estabelecido entorna o leite de nossos filhos, levando-nos ao desespero, tentando-nos com o livre fim de um ser eterno.
Possuímo-nos de rezas, das orações sem fim. Adoramos um deus sem rosto, que com a simples onipotência de seu esboço controla tudo e a todos. Tolos seres sem pensamento, entreguem suas cabeças como se fossem ovelhas.
Centelhas faiscam meus elementos, sento-me diante um altar tentando imaginar o que por detrás ... por detrás dos sacramentos divinos, por detrás de palavras antigas que tomam forma nos sonhos de vários mortais.
Por outro instante me vejo diante uma fila de banco. Preparo-me para sacar uns poucos réis que os reis inventaram para as massas subjugar.
domingo, 22 de março de 2009
sem título
Do pouco sábio que sou percebo que não sei viver, que deixei em algum lado um retrato de meu passado, o marco de meus passos, espaço de campos vastos.
Nos tantos cantos do mundo procuro o vulto perdido, canto a música de meus ouvidos, duvido dos tolos bandidos.
Entrei em ocultos túmulos de deuses, vasculho a fundo enigmas dos seres, dos meses que circundam os labirintos da morte, os tantos signos da sorte; em portas de puro marfim penetro em templos de sagrados séculos, calados tetos escondem mistérios de infinitos elos, crimes paralelos.
Fui engolido por armadilhas feitas por inimigos, surgindo ileso diante de olhos surpreso; tentaram em vão me atingir com golpes ligeiros, agressões quase certeiras.
Em algum escrito tive as respostas ao meu pessimismo, ao entreguismo de nada querer fazer, de simplesmente deixar de ouvir a voz de meus sentimentos.
31.dez.86
Nos tantos cantos do mundo procuro o vulto perdido, canto a música de meus ouvidos, duvido dos tolos bandidos.
Entrei em ocultos túmulos de deuses, vasculho a fundo enigmas dos seres, dos meses que circundam os labirintos da morte, os tantos signos da sorte; em portas de puro marfim penetro em templos de sagrados séculos, calados tetos escondem mistérios de infinitos elos, crimes paralelos.
Fui engolido por armadilhas feitas por inimigos, surgindo ileso diante de olhos surpreso; tentaram em vão me atingir com golpes ligeiros, agressões quase certeiras.
Em algum escrito tive as respostas ao meu pessimismo, ao entreguismo de nada querer fazer, de simplesmente deixar de ouvir a voz de meus sentimentos.
31.dez.86
quinta-feira, 19 de março de 2009
Mentir
Meus olhos estão cansados, já não mais enxergo o outro lado; já não espero ser eterno. Minha mente congelou-se, meus gritos ninguém mais ouve ... o que houve? O que aconteceu com a ternura? Foi ela vencida pela amargura, ou estou só no meio da rua?
Lua, brancura, loucura! Vida estúpida a afogar minhas procuras, minhas tenras aventuras. Vejo-me diante de paredes sem portas, ordas inimigas tramam a minha derrota, mas estas não estarão presentes quando da minha vitória; quando eu finalmente vencer a glória. Não tenho trajetória, tão pouco uma história, mas gabo-me por ter um pouco de memória.
A sua hora, a nossa intensa hora.
Mentir! Mentir! Mentir! Fugir da verdade não faz ninguém sorrir, só faz o mundo triste sentir.
Largar os anos, esquecer os planos, mudar a direção da nave à deriva, repartir os ganhos com todos os humanos, se iludir com os sonhos; depois de tudo extirpar o mal que habita os homos.
Somos tolos, somos povos; somos ovulos. Temos pouco a apreender e manos ainda a ganhar, palmas diante um altar.
oct.30.90
Lua, brancura, loucura! Vida estúpida a afogar minhas procuras, minhas tenras aventuras. Vejo-me diante de paredes sem portas, ordas inimigas tramam a minha derrota, mas estas não estarão presentes quando da minha vitória; quando eu finalmente vencer a glória. Não tenho trajetória, tão pouco uma história, mas gabo-me por ter um pouco de memória.
A sua hora, a nossa intensa hora.
Mentir! Mentir! Mentir! Fugir da verdade não faz ninguém sorrir, só faz o mundo triste sentir.
Largar os anos, esquecer os planos, mudar a direção da nave à deriva, repartir os ganhos com todos os humanos, se iludir com os sonhos; depois de tudo extirpar o mal que habita os homos.
Somos tolos, somos povos; somos ovulos. Temos pouco a apreender e manos ainda a ganhar, palmas diante um altar.
oct.30.90
Nunca mais!
Assumo um ar de bravo, grito a todo pulmão tudo o que não é necessário, me finjo de otário. Sento no alpendre vazio mirando um mar imaginário, um lago, um estuário.
Velejo em um barco sem velas, rumando a um abismo sincero; crio alegrias e tristezas nas pontas de uma esfera, nas guerras internas ... garras em minha matéria.
O alvoroço se espalha, o calabouço se espalha; espelham a angústia, a tristeza ... a vida presa nas palavras avessas; acesas.
Rio de mim mesmo quando olho meus tornozelos, meus desajeitos ... defeitos. Volto a recontar-me uma história, uma pobre escola carregada em uma sacola. A hora ... a hora passa sem deixar vestígios, sem os medos do destino.
O dia ... o dia arregaça as suas mangas no labutar sem sentido, no lutar por um pouco de grana; ao acordar me deito na grama. Dramas em um sisudo amanhecer, esqueço das coisas elementares e vejo páginas devorarem imagens, paisagens, felicidades.
As igualdades são utopias falidas, feridas que nunca cicatrizam; que no tempo da noite ironizam os esquemas sociais ... dilemas que nos fazem tanto mal.
Isso tudo é real, é realmente real. Pode não ser natural, mas o homem à tanto abandonou a si mesmo, que um simples adereço vale mais que as sombras esquecidas no cais ... nunca mais!
dec.07.90
Velejo em um barco sem velas, rumando a um abismo sincero; crio alegrias e tristezas nas pontas de uma esfera, nas guerras internas ... garras em minha matéria.
O alvoroço se espalha, o calabouço se espalha; espelham a angústia, a tristeza ... a vida presa nas palavras avessas; acesas.
Rio de mim mesmo quando olho meus tornozelos, meus desajeitos ... defeitos. Volto a recontar-me uma história, uma pobre escola carregada em uma sacola. A hora ... a hora passa sem deixar vestígios, sem os medos do destino.
O dia ... o dia arregaça as suas mangas no labutar sem sentido, no lutar por um pouco de grana; ao acordar me deito na grama. Dramas em um sisudo amanhecer, esqueço das coisas elementares e vejo páginas devorarem imagens, paisagens, felicidades.
As igualdades são utopias falidas, feridas que nunca cicatrizam; que no tempo da noite ironizam os esquemas sociais ... dilemas que nos fazem tanto mal.
Isso tudo é real, é realmente real. Pode não ser natural, mas o homem à tanto abandonou a si mesmo, que um simples adereço vale mais que as sombras esquecidas no cais ... nunca mais!
dec.07.90
Talvez exista a paz.
Talvez exista a paz, em algum lugar ... talvez exista a paz.
Atravessam os anos; todos falando.
Olhamos os campos; devastados campos.
Atravessamos os campos; devastados falando.
A tempestade enegrece a cidade, cai a chuva pesada inundando pobres moradas ... minha namorada ficou nua em uma qualquer estrada.
Para onde iremos? A quem procuraremos?
O sol se esconde diante de tantas insanidades, foge ele da verdade, da maldade ... essa nossa carruagem. Velozes estamos; rumando para a eternidade.
Nos faz falta a coragem de exigir a liberdade, de querer sem temer que estas regras se tornem leis:
Que o judiciário seja justo, que o legislativo seja o legislador e que o executivo seja o executor. A tudo isso soma-se a pureza, única forma de alcançar-mos a grandeza.
Abaixo as teses economicas, pois estas só causam a fome cronica. Lucros, lucros e mais lucros, somente isso importa aos homens mudos, aqueles que nunca aparecem por estarem ocupados à conjugar dois verbos: Eu enriqueço e tu empobreces.
feb.18.91
Atravessam os anos; todos falando.
Olhamos os campos; devastados campos.
Atravessamos os campos; devastados falando.
A tempestade enegrece a cidade, cai a chuva pesada inundando pobres moradas ... minha namorada ficou nua em uma qualquer estrada.
Para onde iremos? A quem procuraremos?
O sol se esconde diante de tantas insanidades, foge ele da verdade, da maldade ... essa nossa carruagem. Velozes estamos; rumando para a eternidade.
Nos faz falta a coragem de exigir a liberdade, de querer sem temer que estas regras se tornem leis:
Que o judiciário seja justo, que o legislativo seja o legislador e que o executivo seja o executor. A tudo isso soma-se a pureza, única forma de alcançar-mos a grandeza.
Abaixo as teses economicas, pois estas só causam a fome cronica. Lucros, lucros e mais lucros, somente isso importa aos homens mudos, aqueles que nunca aparecem por estarem ocupados à conjugar dois verbos: Eu enriqueço e tu empobreces.
feb.18.91
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